Paciente é impedida de ser transportada em ambulância e causa revolta nos moradores da comunidade Curumú . - AMAZOON NOTÍCIA

JURUTI 139 ANOS

Paciente é impedida de ser transportada  em ambulância e causa revolta nos moradores da comunidade Curumú .

Paciente é impedida de ser transportada em ambulância e causa revolta nos moradores da comunidade Curumú .

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Foto/ Rede Sócial/ Curumú Óbidos
O caso aconteceu na tarde da última terça-feira(06), na comunidade Curumú, município de Óbidos , oeste do estado, após um ato solene de entrega da ambulância pelo governo municipal para o unidade de saúde da comunidade. Segundos os moradores da comunidade a paciente Filomena Pimentel, que há dias sofre com uma doença de pele ,e que veio a se agravar na tarde da terça-feira (06), com muitas dores e febre e tendo seu corpo tomado por ferimentos, a mesma foi até a unidade para procedimentos e preparada os procedimentos para ser removida para unidade de urgência e emergência na sede da cidade, a paciente, momentos após foi da retirada ambulância, e sendo impedida de ser transportada. 

O caso revoltou moradores e comunitários da comunidade, que foram informados pela enfermeira que a ordem partiu da secretária de saúde e que somente casos graves poderiam ser transportados pela ambulância. 

Revoltados os moradores da comunidade querem uma reunião com o prefeito e a secretaria de saúde para redefinir o uso da Ambulância por parte da comunidade 

Em entrevista ao site Amazoon Notícia, a secretária de saúde Natalia Rodrigues, informou que a paciente em questão já tinha sido examinada anteriormente pela equipe da unidade de saúde e orientada a vir para o município buscar o atendimento adequado. Existe um protocolo de urgência e emergência estabelecido pelo Ministério da Saúde que é repassado aos órgãos que detém a ambulância e que deverá ser seguido para o bom uso do bem cedido. A secretária Ressalta que são NORMATIVAS do Ministério, não em casos de morte eminente como foi citada em uma postagem nas redes sócias, mas em casos específicos de pronto atendimento. 

“Segundo relatos dos próprios comunitários, já há dias a mesma paciente vinha se negando a vir para a sede do município e sequer teria colaborado para que a equipe de saúde examinasse suas queixas. Não houve negligência nem omissão de socorro, apenas seguimos orientações ministeriais quanto à demanda de resgate dos pacientes. 
Mais uma vez ratifico que a equipe de profissionais de saúde da comunidade prestou atendimentos anteriores e orientou como a paciente deveria proceder.” Disse, Natalia.


Natalia, falou ainda que se coloca a disposição para qualquer esclarecimento e reafirma o compromisso de realizar as ações de forma a contemplar da melhor maneira possível as demandas de urgência e emergência que poderão ocorrer na Vila Curumú, bem como zelar para o bom uso da ambulância cedida para tal comunidade!

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